Mulheres artistas (Parte II)

23 jan

por Gisèle Miranda

As transformações do século 20, principalmente a partir da década de 1960 ocorreram sob as vestimentas da revolução sexual, mas em meio aos destroços da Segunda Guerra Mundial, da Guerra Fria,  das guerrilhas, das ditaduras militares pela América Latina, do Apartheid, dos  “muros”, enfim uma série de acontecimentos históricos importantes.

Pensadoras começaram a deflagrar as ressacas de guerras às fugacidades do contemporâneo. O devir liberdade é incorporado por artistas pelos processos psicanalíticos, a exemplo de Louise de Bourgeios (1911-2010), Lygia Clark (1920-1988) ou de  Marina Abramovic (1946-) no próprio corpo, na geografia que imprime as catástrofes humanas e que acolhe os sujeitos.

É nesse momento que os Outros (sujeitos) são vistos na performance, muitas vezes de maneira cruel. O corpo apresenta marcas, vulnerabilidades e desgastes. De um devir-mulher a um devir-animal ou vegetal… até num devir-imperceptível. (Deleuze, 1993, 11)  Há um risco iminente, uma visualidade e sensações…

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