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Série Falésias IV: A alegria sem a fala – ou os desaparecidos e re-aparecidos da escrita

16 mar

Por Lia Mirror & Gisèle Miranda


A Alegria de Emma[1] – uma personagem fictícia – tem um intrínseco elo com o Futuro (que) dura muito tempo de  Louis Althusser. Ele, personagem construído de um memorial, dia a dia até morrer em 1990; deixou registrado que suas alucinações foram fatos do futuro longo demais. Não há sonoridade de dor, seja no ato vívido de Althusser ou na ficcionalidade de Emma.

Os porcos degolados por Emma foram cuidados, amados até os oito segundos à morte. Da mesma forma, ela fez com o seu amado, um doente terminal em suas delongas – a degola, para que não sofresse mais; apenas oito segundos. Nenhum som; nenhuma fala. Emma e Althusser agiram com as mãos, da faca à caneta; do silencio à escrita ou a morte.

Será que o desaparecido de Foucault reapareceu na escrita necessária de Althusser e de alguma maneira impronunciado?


Gontran Guanaes Netto, escrita/desenho s/ papel: “neste inicio de trabalho”, dez. 2002.

Há um condenado ao desaparecimento; da pena à ficcionalidade dos tropeços da memória. Impronunciável? Então, a escrita.  Dos relatos aos lapsos do escritor Lima Barreto em seu Diário do hospício e o cemitério dos vivos; o enredo de um tempo que também parece durar muito, precisamente porque fora imposto por uma limpeza social (policial e higienizadora) marcadamente pelas primeiras décadas do século 20 no Brasil. Lima Barreto não matou; mas viveu personagens em meio aos desaparecidos por assassinatos, esquizofrenia, alcoolismo, vadiagem, entre outros. Sua escuta era intensa; sua escrita verteu-se ao ensejo do necessário.

Althusser era um filósofo marxista de carreira universitária. Emma era uma versão feminina e alemã de “O garoto selvagem” de Truffaut com condimentos do dinamarquês Lars Von Trier em os “Idiotas“. E, para compor essa escrita, Foucault com seu parricida (degolador): Pierre Rivière.

Os papéis foram sendo esculpidos, as imagens sobrepostas ou simples palavras. Althusser clamou a solidão de seu isolamento teórico e o risco solitário diante do mundo, além de percorrer de Rousseau a Derrida – a intervir como filósofo na política e, como político na filosofia. O futuro dura muito tempo foi escrito alguns anos depois do estrangulamento de Helène,  em 1980 e, publicado em 1992.

Para compor o cenário Pierre Rivière reapareceu vindo das primeiras três décadas do século 19, marcadamente por Foucault, abrindo discussões à medicina psiquiátrica e os conceitos da justiça em perspectivas políticas de meados do século 20.

Rivière degolou ou amputou a fala da mãe e dos irmãos? E sem a sua própria fala, construiu um memorial justaposto à escrita, por uma memória também minuciosa, dadas às diferenças da época e de aleitamento intelectual.

Rachel Korman, big pig, 2008, digital photograph 50 x 70 cm.

Não me assustavam os criminosos; escreveu Lima Barreto, mas a candura, a inocência e a naturalidade; a punho e em pedaços de papéis registrou seu cemitério dos vivos ou sua analítica versão de as Recordações da casa dos mortos de Dostoiévski. E foi assim, em tal estado de espírito, penetrado de um profundo niilismo intelectual. (p. 186-189)

Em silêncio, Lima Barreto saltou de sua ficcionalidade (prefaciado por Alfredo Bosi) e sentou-se a mesa do seu Alberto[2]; logo, chegaram Henry Miller, Pierre Rivière, Louis Althusser e Michel Foucault com seus escritos.


[1] O Filme Emmas Glück (A alegria de Emma) de 2006 http://www.tvcultura.com.br/mostrainternacional/blog/33772 do diretor alemão Sven Taddicken baseado no romance de Claudia Schreiber.

Referências:

ALTHUSSER, Louis (1918-1990) O futuro dura muito tempo; seguido de Os fatos. Org. e Apres. Olivier Copet, Yann Moulier Butang; Trad. Rosa Freire d´aguiar. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.

BARRETO, Lima (1881-1922). Diário do hospício e o Cemitério dos vivos. Prefácio Alfredo Bosi. Org. e Notas Augusto Massi e Murilo Marcondes de Moura. São Paulo: Cosac Naify, 2010.

FOUCAULT, Michel (Coord.) Eu, Pierre Rivière, que degolei minha mãe, minha irmã e meu irmão. Trad. Denise Lezan de Almeida. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1977.

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Série Falésias III: Os intelectuais e os descaminhos da fala

23 fev

Por Laio Bispo

 


O afastamento da prática é a forma mais cretina da vida intelectual; em todo caso, há um vicio cada vez mais gritante e perigoso que, tal qual a inoperância se faz presente no mundo fabuloso dos intelectuais: a fala – suja.

Um dos principais aspectos da vida intelectual que, por motivos muito específicos, não deve ser relegado a uma atividade secundária, ou mesmo qualquer, é a fala. As implicações desse ato são, por vezes, tão fundamentais quanto à escrita ou a prática. Vistos, de modo geral, como atos em comum e de construção consoante, estes guardam suas especificidades embora não possam trabalhar isolados, sob pena de não aceitação de seus aspectos de validade e também, por consequência, da não efetividade de suas implicações práticas.

 

Carlos Zilio, Lute, 1967. Serigrafia, resina plástica e alumínio.

 

A fala, tomada aqui em ato, é um das manifestações mais ativas (ao menos em termos representativos) da vida intelectual. Ora, sabe-se, no entanto, que os “atos de fala” podem engendrar ações diversas – mesmo mantidos em seus estritos limites linguísticos (Searle) ou mesmo se trabalhados fora dos muros estabelecidos pela convenção linguística analítica (Derrida). Mas esses “atos da fala” são aqui, sob aspectos pontuais, dispensáveis por serem o foco da questão em seu problema estrutural.  O problema aqui está na fala enquanto elemento cênico, cultural, estético e político e nas implicações possíveis em outras manifestações intelectuais cujos (des) caminhos fortuitos levam ao desvelamento de um perigoso estado comunicativo que se apresenta, também, representativo e devaneador.

A fala exerce, sobretudo em relação à escrita, uma vantagem: a capacidade de reprodutibilidade e coerção. Há no ato da fala um investimento de desejo que se projeta de maneira muito mais rápida e irrefletida do que na escrita. Um dispositivo de fala produz e exerce de maneira eficiente uma influência que pode ser, na maioria das vezes, estúpida e grosseira. Isso se dá graças aos suportes que compõem o ato; um investimento que envolve um dinamismo cênico que quando aliado a uma retórica competente encontra meios muito eficazes de aceitação; o que, porém, não deixa de ser o cinismo mascarado da fala representativa de que se valem, a tanto tempo, os intelectuais sujos – esses homens da fala totalizadora.

Há nos intelectuais um costume – um tino para insensatez – que parece autorizá-los a falar em nome de outros. Falar em nome “de” é um risco e uma ousadia a qual poucos podem, com competência, trabalhar. A fala totalizadora – que é representativa e não ativa – mostra o quanto indigno pode ser falar em nome de outros. É aí que, de maneira mais específica, a fala torna-se suja; suja porque está apodrecida por investimentos de desejos totalizantes. Nesse sentido o aspecto comunicativo de qual se valem as sociedades de controle em suas manobras retóricas está, também, próximo da fala dos intelectuais. Sendo, no primeiro caso um investimento de desejo com fins de justificativas e esclarecimentos de fatos; e o segundo, um investimento que tem por principio o controle. Os intelectuais tornam-se, dessa maneira, publicitários de uma razão qualquer. Deleuze situa bem a função da fala quando diz:

 

Talvez a fala, a comunicação, estejam apodrecidas. Estão inteiramente penetradas pelo dinheiro: não por acidente, mas por natureza. É preciso um desvio da fala. Criar foi sempre coisa distinta de comunicar. O importante talvez venha a ser criar vacúolos de não-comunicação, interruptores, para escapar ao controle.  (2010, p.221)

Deleuze talvez tenha sido um dos pensadores que com maior lucidez apontou para a problemática da fala e suas implicações nos aspectos supracitados. Em todo caso, não há uma sistematização e os apontamentos sobre a questão são breves – porém assertivos. Outro pensador que contribuiu decisivamente para a questão é Michel Foucault, cuja crítica à representação é mais sistematizada, como bem pontuou Deleuze em conversa com o mesmo:

 

A meu ver, você foi o primeiro a nos ensinar – tanto em seus livros quanto no domínio da prática – algo de fundamental: a indignidade de falar pelos outros. Quero dizer que se ridicularizava a representação, dizia-se que ela tinha acabado, mas não se tirava a conseqüência desta conversão “teórica”, isto é, que a teoria exigia que as pessoas a quem ela concerne falassem por elas próprias. (1973, p.73)

A fala – independente das situações que lhe ocorram – não pode servir a propósitos reguladores e totalizantes, bem como não deve dissimular incompetências, vaidades e más intenções, embora não seja isso que se perceba no ato. A contemporaneidade está marcada pelo fluxo de falas fálicas, discursos de penetração e investimento de desejos que falam e sussurram, mas não gritam para não despertar a ousadia da escrita. Falas que ao invés de abrir possibilidades constroem muros, barreiras sob as quais se erguem e se escondem discursos.

 

Geraldo Zamproni, concreto e zíper, s/d.

 

Em suma, parece razoável a idéia de que aqueles que se valem em demasia da fala querem, com isso, achar um meio para disfarçar a frigidez intelectual de que são “vítimas”, tentando a partir do estardalhaço falacioso disfarçar uma intelectualidade que, em última analise, não é mais do que uma farsa ou um intelectualismo postiço.

Assim posto, a fala é, quase sempre, para os que a ela se atém em demasia, uma dublagem medonha em descompasso com os fatos da vida concreta.

 

 

 

REFERÊNCIAS:

DELEUZE, Gilles. Conversações. São Paulo: Ed. 34, 2010.

FOUCAULT, Michel.  Microfísica do poder. Org. e Trad. Roberto Machado. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1979.

Sobre o professor e artista visual Carlos Zilio, http://www.imagem.ufrj.br/index.php?id_exposicao=14

Sobre arquiteto e artista visual Geraldo Zamproni, clique aqui

Série Falésias II: O conforto da mudez intelectual

10 dez

por Gisèle Miranda, Jozy Lima & Lia Mirror


“Eu escrevo como se fosse para salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida. ….” (Clarice Lispector)

O Tecituras desdobrou-se do blog Rudeza: escrita rasgada, que vinha – como dizia Paschoal Carlos Magno: de nossos barcos no céu, na terra e no mar. Ou seja, vem de uma experiência de escrita ativa e retro-ativa.

Essa experiência unida à necessidade da escrita vem acompanhada de críticas sobre a vida intelectual e suas manifestações. Por isso enxergamos o conforto irritante do mundo acadêmico, cujos intelectuais não escrevem uma linha senão tiverem a certeza do retorno indexado. Nem mesmo para simples comentários de textos.

São muitos os indícios e sinais de que intelectuais exercem sua capacidade crítica para alcançar, quando muito, os seus pares na academia. Raramente saem para o mundo. Mas alguns perguntarão: por acaso o intelectual tem ou deveria ter algum compromisso, além daqueles estabelecidos pelas regras burocráticas da academia que determinam seu avanço na carreira?

Intelectual tem responsabilidades com a construção de justiça social, de cidadania, de política, de alguma coisa?  O quê?  É ingenuidade desejar que pensadores venham à mídia dar alguma contribuição? Intelectual tem que expressar opinião, convicção, cismas? Intelectual tem que propor interrogações, preocupações, meditações, conclusões, considerações?  Intelectual pode ficar mudo? Intelectual tem que manifestar?

O espaço é usado pela escassez da voz, da escrita, da atitude de intelectuais omissos e com claras dificuldades para lidar com sua própria liberdade e sua consciência. Mas onde estão os mudos que não deveriam ser surdos nem cegos?

Estamos afirmando que há poucos aportes de pensadores nos espaços midiáticos. E por que não usamos os espaços por direito, necessidade? Por que não lidar bem com a imagem, a assinatura? Para que expor-se? Para que servirá escrever se não pontuará nas regras acadêmicas? Para que escrever além das atribuições pagas ou necessárias?

No  Tecituras há pensadores que exercem sua intelectualidade.  Outros criam espaços públicos e nômades e atuam em uma política educacional macro. E ainda, os que agenciam grupos de estudos, momentos de discussões e acreditam na parceria, e assim por diante.

Série Falésias I: em seus tempos

1 dez

Por Gisèle Miranda


Na temporalidade plural dos percalços, na incisão necessária ou na falésia necessária? Na crise da história e suas infinitas histórias a ´des-historização´?

À beira da falésia – a história entre certezas e inquietude. De fato há um aparador (in-visivel) para quem atinge a falésia. No ápice, entre a queda, o vôo, o medo, a necessidade – podemos ouvir Chartier reverberando Foucault numa arqueologia das problematizações e de uma genealogia das práticas´.

Historiadores têm de manter um diálogo com os pensadores contemporâneos. Para quê, por quê? Para consolidar a consciência de sua inserção no mundo de hoje, bem disse Maria Odila Dias.

E o historiador em sua capacidade narrativa? Que amplie seus espaços de ação! Que seja além de seus pares, confirmaria Luiz Felipe de Alencastro.

E quanto aos riscos? Sempre há riscos na vaga ausência da obra. A obra resgatada dos sentidos ocultos, inimaginados, que escapam das camisas-de-força, retruca Jorge Coli. Pontos de estranhamentos em seus devires.

Rachel Korman, Marginal (para / to Oiticica), 2010 impressão sobre tecido / print on fabric 200 x 180cm

Ao compartilhar a fugacidade do tempo em falésias precisamos ter alguma relação com o  passado, complementaria, Hobsbawm (*). Ou, adaptar e testar modelos, teorias e conceitos e constituir a marca tanto do bom historiador como do bom teórico, perpetraria Peter Burke.

Jacques Le Goff desmistificou o próprio conceito de história, para então pensar a história como problema.  Surgiram: a história vivida, a história como ciência, história e memória, história social, entre tantas outras, além do próprio mito como recusa da história.

E por que não um ´rizoma temporal´ ? Entre a discussão do devir (outrora futuro) e a condena da linearidade. O que escapa não precisa antagonizar. Mas ser pensado e tecido para o campo da reflexão e da ação, Le Goff ratificaria.

Eric Hobsbawm (1917-2012) em sua lúcida e  quase centenária vivência apregoou a diferença de esquerda e direita – para lidarmos com o devir política. Ele inter-fere: a dúvida está procriando um núcleo de direita.

Mas ´por quê ´de sermos ignorantes de nosso passado, disse Marc Bloch? Indagação que se adéqua ao silêncio de um Estado que, num processo retro-ativo, foi legitimador da tortura. Silêncio. O tema silenciado; o tema que deseja ser esquecido; que carece de diálogo, ou o tema sem memória?

Se melhor devir que futuro – quiçá serei mais poeta; se o linear possa ser rizomático e intenso – estarei em companhia dos pensadores, à beira da falésia e na inquietude do pensamento.

 

 

Referências (agenciamentos):

(*) Eric Hobsbawm nasceu em Alexandria, no Egito sob o domínio britânico. Ele faleceu em 01 de Outubro de 2012  aos 95 anos em Londres, Reino Unido.

ALENCASTRO, L. F. et tal. Straumann (Org. ) Rio de Janeiro cidade mestiça. Ilustrações e comentários de Jean-Batiste DEBRET). São Paulo: Companhia das Letras, 2001.

ALENCASTRO, L. F.  (Org. ) Coleção Dir. Fernado A. NOVAIS. História da vida privada no Brasil.  São Paulo: Companhia das Letras, 2010. Vol. 2.

BLOCH, Marc L. B., 1886-1944. Apologia da história ou o ofício do historiador. Prefácio de Jacques Le Goff; apresentação à edição brasileira de Lilia Moritz Schwarcz. Tradução André Telles. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2001.

BURKE, Peter. (Org.) A Escrita da história: novas perspectivas. Tradução Magda Lopes. São Paulo: Editora da Universidade Paulista, 1992.

BURKE, Peter. Inevitáveis empréstimos culturais. Folha de S. Paulo, São Paulo, 27 de julho de 1997. Cad. Mais!

BURKE, Peter. História e teoria social. Tradução Klauss Brandini Gerhardt, Roneide Venâncio Majer. São Paulo: Editora UNESP, 2002.

CARDOSO, Ciro F. & VAINFAS, Ronaldo. (org.) Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

CARDOSO JR, Hélio Rebello. Para que serve uma subjetividade? Foucault, tempo e corpo. Revista Psicol. Reflex. Crit. vol. 18, n. 3. Porto Alegre, set. /dez. 2005. (http://ht.ly/3ieDw)

CHARTIER, Roger. À beira da falésia: a história entre as incertezas e inquietude. Tradução Patríca Chittoni Ramos. Porto Alegre: Editora Universidade/UFRGS, 2002.

CHARTIER, Roger. Do palco à página: publicar teatro e ler romances na época moderna – séculos XVI-XVIII. Tradução Bruno Feitler. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2002.

CHARTIER, Roger. Cultura Escrita, literatura e história: conversas de Roger Chartier com Carlos Aguirre Anaya, Jésus Anaya Rosique, Daniel Goldin e Antonio Saborit. Tradução Ernani Rosa. Porto Alegre: ARTMED Editora, 2001.

FOUCAULT, Michel. História da sexualidade (Vol. II: O uso dos prazeres). Rio de Janeiro: Graal, 1984.

FOUCAULT, Michel. As palavras e as coisas: Uma arqueologia das ciências humanas. São Paulo: Martins Fontes, 1981.

HOBSBAWM, Eric J. (1917-) Sobre história. Tradução Cid Knipel Moreira. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

HOBSBAWM, Eric J. (1917-) O novo século: entrevista a Antonio Polito. Tradução Claudio Marcondes. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

HOBSBAWM, E.; Ranger T. (Org.) The Invention of Tradition. Cambridge, 1983.

LE GOFF, Jacques. História e Memória. Tradução Bernardo Leitão; Irene Ferreira & Suzana Ferreira Borges. 2 ed. Campinas: Editora da UNICAMP, 1992. (coleção Repertórios)

LE GOFF, J. São Francisco de Assis. Rio de Janeiro: Record, 2001.

LE GOFF, J. São Luis: biografia. Rio de Janeiro: Record, 1999.

LE GOFF, J. Por amor às cidades: conversações com Jean Lebrun. São Paulo: UNESP, 1998.

PELBART, Peter Pál. Bárbaros e Ameríndios em MundoBraz! nov. 2010. http://ht.ly/3j7G5

Globo News entrevista o historiador Eric Hobsbawm 2014.

Programa Roda Viva – TV Cultura: Roger Chartier, 2001; Conexões 2014 – Entrevista com o Roger Chartier – Completo

Sequências Parisienses de Luiz Felipe ALENCASTRO http://sequenciasparisienses.blogspot.com/

Rachel Korman no Tecituras


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